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  • Jornalista Beatriz Thielmann, da TV Globo, morre em São Paulo

    Repórter tinha 63 anos e lutava contra um câncer. Com mais de 30 anos de carreira, ela entrevistou Fidel Castro em Cuba.
    29.03.2015 22h47m
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    Jornalista Beatriz Thielmann, da TV Globo, morre em São Paulo
    Foto: Reprodução
    Fantástico. São Paulo. Reportagem Beatriz Thielmann. 1993

    A jornalista Beatriz Thielmann, da TV Globo, morreu em São Paulo neste domingo (29). A repórter tinha 63 anos e lutava contra um câncer. Ela deixa dois filhos. Em nota, a Rede Globo diz: "Para os colegas, a perda é irreparável. A direção da Globo ressalta que Beatriz era uma profissional brilhante e uma colega de trabalho sem igual".

    Com mais de 30 anos de carreira, Beatriz Theilmann cobriu importantes momentos do país, como a promulgação da Assembleia Nacional Constituinte, em 1988, a eleição e morte de Tancredo Neves, a implantação do Plano Cruzado, a Eco-92, os Jogos Pan-Americanos e a visita do Papa Francisco ao Rio.

    A primeira escolha profissional foi o curso de direito, mas, depois de dois anos, trocou pelo de jornalismo. No final de 1982, Beatriz ficou sabendo que a Globo abriria uma vaga de editor de texto. Entrou para o estágio e acumulou duas funções. Uma no jornal impresso e outra na TV. Na TV Globo, passou pelo Bom Dia Brasil, Jornal da Globo, Jornal Nacional, Globo Repórter, além da GloboNews. Cobriu diversas áreas, entre cidade, economia e política.

    Beatriz Helena Monteiro da Silva Thielmann foi a primeira repórter da TV Globo a entrevistar Fidel Castro, em 1987. Ela viajou junto com o ministro das Relações Exteriores na época, Abreu Sodré, e mais uma equipe de sete jornalistas e colunistas. Era a única repórter de televisão. A jornalista também acompanhou, por quase 20 dias, uma viagem do então presidente da República, José Sarney, à União Soviética e ao Leste Europeu.

    Em 2003, escreveu o livro “De mulheres para mulheres” com a médica Odilza Vidal, contando o que a medicina apresentava de novo para a vida da mulher depois dos 40 anos. Beatriz também roteirizou e dirigiu dois documentários. Um foi “O Bicho Dá. O Bicho Toma”, em 2005, a convite da ONG Renctas, que luta pela preservação dos animais silvestres. O outro foi em 2007, “Vento Bravo”, documentário sobre a história musical de Edu Lobo, que dirigiu em parceria com a jornalista Regina Zappa.

    Com informações do G1
     



  • Tina Roma deixa Jovem Pan FM após 20 anos na emissora

    Locutora está de mudança para os Estados Unidos
    06.02.2015 23h59m
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    Tina Roma deixa Jovem Pan FM após 20 anos na emissora
    Foto: Reprodução

    A locutora Tina Roma está deixando a Jovem Pan FM 100.9 de São Paulo. Uma das principais vozes femininas do rádio brasileiro, Tina fez seu último horário na emissora nesta sexta-feira. A profissional atuou por cerca de 20 anos na Jovem Pan FM, apresentando diversos programas.

    Nos últimos anos, Tina Roma comandava o horário matinal na programação da rede Jovem Pan. Aos domingos, ela também apresentava programas tradicionais da rádio, como o Hit Parade Brasil. Além disso, sua voz também pode ser ouvida nos quadros informativos como Conexão Jovem Pan e Pan News.

    Tina Roma começou no rádio em 1986 pela Transamérica FM 100.1 de Brasília. Em 1990, foi para a Transamérica FM 100.1 de São Paulo e integrou a equipe que liderou o Ibope geral na capital paulista na primeira parte da década de 90. Em 1995 foi contratada pela Jovem Pan FM e, desde então, está no ar pela emissora jovem.

    Além do rádio, Tina Roma é voz padrão e apresentadora de programas da Rede Record. Ainda na TV, ela apresenta “infomerciais” de diversos tipos de produtos. Ela também conta com passagens pelo SBT e pela RedeTV. Tina Roma deixa a Jovem Pan FM para morar nos Estados Unidos, acompanhando sua família. A locutora poderá ser ouvida ainda neste final de semana pela Jovem Pan FM.

    Fonte: Tudo Rádio
     



  • Video: Rádio Globo de Verdade 70 anos – Haroldo de Andrade Junior


    06.02.2015 23h56m
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  • Esporte Interativo diz que não acertou com Sky, mas atendentes confirmam


    06.02.2015 23h48m
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    Esporte Interativo diz que não acertou com Sky, mas atendentes confirmam
    Foto: Reprodução

    Na última terça-feira (3), o site NaTelinha noticiou com exclusividade que o Esporte Interativo havia enfim acertado com a Sky, segunda maior operadora do país, para fazer parte do seu line-up.

    A reportagem obteve uma grande repercussão. A confirmação de que as informações naquele momento eram verídicas se deram quando atendentes da Central de Atendimento da Sky também já repassavam o acerto para os seus assinantes, tanto que vários relataram em redes sociais este fato.

    Vale ressaltar também que, no dia do anúncio da compra do E+I pela Turner, o responsável direto pelo acordo disse que a entrada na Sky já estava certa, faltando apenas detalhes financeiros para o acerto se concretizar.

    Porém, a assessoria de imprensa do Esporte Interativo, em contato feito pelo NaTelinha e nas redes sociais, nega a informação dada pela Sky e diz que não há acerto nenhum.

    Segundo apurado, no início da semana a Sky enviou uma contra-proposta em relação ao valor que o E+I receberia. Esta oferta foi considerada baixa para o que o canal gostaria. E uma nova rodada de negociações deve começar em breve.

    Para algumas pessoas diretamente envolvidas na negociação, ouvidas pelo NaTelinha, a Sky confirmou a informação da entrada do Esporte Interativo a os seus assinantes para diminuir a pressão pelo canal, que é enorme.

    Além disso, a confirmação seria para reduzir a perda de público para concorrentes como a Claro TV, principalmente na Região Nordeste, onde a Copa do Nordeste, uma das principais competições exibidas pelo Esporte Interativo, é realizada.

    Em todo caso, muita gente entende que a chegada do canal na Sky é questão de tempo, já que a Turner tem uma grande entrada na operadora e a transmissão exclusiva da Champions League a partir da próxima temporada é uma forte aliada.

    Desde quarta (04), a reportagem procura a assessoria de imprensa da Sky para esclarecer o caso, mas não obteve nenhuma resposta.

    Fonte: Na Telinha



  • Justiça determina que rádio comunitária não pode veicular propaganda na programação

    Ação foi movida pela Acaert contra rádio que agia irregularmente em Gaspar
    06.02.2015 23h43m
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    Justiça determina que rádio comunitária não pode veicular propaganda na programação
    Foto: Reprodução

    A Associação Educativa e Cultural de Radiodifusão Comunitária Vila Nova, de Gaspar, foi multada e obrigada a parar de veicular propaganda de cunho comercial em sua programação diária. Na decisão, proferida pela Juíza Substituta Marilene Granemann de Mello, a rádio comunitária também foi proibida de captar patrocinadores fora do raio de um quilômetro a partir da antena. A ação foi movida pela Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão (ACAERT).

    Pela Legislação, a rádio comunitária deve ficar restrita ao limite geográfico de um quilômetro de raio da antena transmissora, conforme estabelecido no Anexo do Decreto n. 2.615/98, a fim de atender apenas ao bairro, vila ou localidade de pequeno porte que se encontra dentro deste raio de cobertura da emissora. A ação foi ajuizada pela Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão - ACAERT, através da Campos Advocacia Empresarial, assessora jurídica da entidade.

    A juíza entendeu que a rádio comunitária infringiu a legislação ao captar e anúncios que não se enquadravam como apoio cultural. A lei em vigor estabelece que uma rádio comunitária seja operada através de entidades sem fins econômicos, prevendo a possibilidade de receber patrocínio apenas através da figura do "apoio cultural" (artigos 1º e 18 da Lei n. 9.612/98), situação que foi desrespeitada pele emissora acima citada.

    Na decisão, a Juíza Substituta Marilene Granemann de Mello, determina ainda que a rádio comunitária administrada pela Associação Educativa e Cultural de Radiodifusão Comunitária Vila Nova, de Gaspar, pague multa diária de R$3.000,00 para a hipótese de descumprimento da decisão e pague as custas processuais e honorários dos advogados da autora no valor de R$ 3.000,00. Ainda cabe recurso, a decisão foi encaminha ao Ministério Público de Santa Catarina.

    Fonte: Tudo Rádio  Com informações da Acaert
     



  • Em nova pesquisa, Cultura é considerada a segunda melhor emissora do mundo


    06.02.2015 23h41m
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    Em nova pesquisa, Cultura é considerada a segunda melhor emissora do mundo
    Foto: Reprodução

    Em uma nova pesquisa feita pela emissora britânica BBC, a TV Cultura foi considerada a segunda melhor emissora do mundo, perdendo apenas para o canal BBC One.

    A pesquisa foi divulgada nesta quarta (04). Foram entrevistadas cerca de 500 pessoas, em 14 países diferentes entre setembro e outubro de 2014. Além do Brasil, emissoras do Reino Unido, Emirados Árabes, Estados Unidos, Holanda, Austrália, Suécia, Portugal, Dinamarca, Alemanha, França, Itália, Japão e Espanha estavam na disputa.

    Ao todo foram 66 redes de televisão citadas pelos entrevistados. Entre as emissoras brasileiras, após a TV Cultura, apareceu a Globo, em 28º lugar. A TV Brasil veio em 32º, seguida da Band, que ficou em 35º. Depois vieram Record, em 39º, e o SBT que ficou em 40º.

    No cenário mundial, o Brasil ficou em 6º lugar, com uma programação avaliada positivamente por 45% dos entrevistados. Em primeiro ficou o Reino Unido, seguido de Emirados Árabes, Estados Unidos, Holanda e Austrália. Os critérios usados foram a satisfação do público e o que o povo considera de qualidade satisfatória e que engrandece seu conhecimento quando assiste à TV.

    Não é a primeira vez que a Cultura é muito bem avaliada. Em outras três pesquisas, a emissora pública de SP também teve um desempenho igual ao que obteve agora.

    Fonte: Na Telinha
     



  • Vestibular em Camaçari: curso promove processo seletivo em parceria com grupo


    30.01.2015 18h05m
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    Os próximos dias 9, 16 e 25 de fevereiro; e 16 e 30 de março podem ser decisivos para quem quer mudar de vida e cuidar do futuro profissional. Nessas datas, será realizado o processo seletivo vestibular do grupo Estácio nas dependências do CETTPS, em Camaçari. A rede de ensino Estácio firmou parceria com o CETTPS, instituição que já é referência em ensino técnico e profissionalizante; e que agora passa a oferecer cursos de graduação (bacharelado e licenciatura), graduação tecnológica e pós-graduação, nas modalidades, presencial, à distância, semipresencial e telepresencial. Para mais informações sobre o processo seletivo, basta acessar: www.estacio.br



  • Rádio continua como meio preferido para ouvir música

    Pesquisa online aponta que 76,4% preferem o rádio convencional
    27.01.2015 23h21m
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    Rádio continua como meio preferido para ouvir música
    Foto: Reprodução

    Os serviços de streaming de música Deezer, Google Play Music, Napster, Rdo e Spotify encomendaram uma pesquisa junto ao instituto de pesquisa online Opinion Box para saber da população qual o meio é o preferido para ouvir músicas. O levantamento apontou que o rádio segue soberano na preferência dos ouvintes, sendo a principal opção para mais de 76% dos participantes da pesquisa. Apesar de novo, os serviços de streaming já respondem por 28,2% dos pesquisados.

    O Opinion Box realizou a enquete inédita no mercado brasileiro. Foram ouvidas 1.112 pessoas acima de 18 anos e de todos os estados brasileiros (690 homens e 503 mulheres). O principal dado divulgado é que entre os usuários de streaming, a pirataria de música é 31% menor em relação a quem não usa os serviços.

    O levantamento apontou que o rádio ainda é o meio preferido pela maioria das pessoas para ouvir música (76,4%), seguido das plataformas de vídeo online (73,7%), MP3 (72,8%), CD (60,1%), televisão (48,2%), streaming (28,2%) e vinil (8,2%). Apesar de estar na lanterna, o streaming, que chegou recentemente ao mercado brasileiro, está se tornando mais conhecido; 56,5% dos entrevistados disseram conhecer o segmento e entre os mais ligados em tecnologia, 40,9% disseram usar o serviço todo dia e 40,6%, ao menos uma vez por semana.

    O número é próximo ao divulgado pela Pesquisa Brasileira de Mídia 2015 (PBM 2015), da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), realizada pelo Instituto Ibope. Segundo o PBM 2015, 80% das 18.312 pessoas pesquisadas em 848 municípios em todo o Brasil, preferem ouvir rádio, sendo que 30% ouvem rádio diariamente.

    Quanto aos locais e momentos em que ouvem música, a casa é disparado o local preferido: 78,8% das menções (sendo que 45,5% curtem um som enquanto estão na faxina de sua residência). Na sequência, os locais/situações onde a música está mais presente são: trabalho (33,7%), trânsito (33,6%), academia (28,8%), estudo (21,4%) e festa (13,7%).

    Analistas que avaliaram os resultados do estudo afirmaram que a pirataria está mais ligada à questão econômica, de consumidores que desejam acesso ao conteúdo por um preço menor, e, por isso, o streaming não deixa de ser uma forma de tirar ouvintes dessa prática ilegal. As empresas de streaming citadas compõem o Comitê de Desenvolvimento da Música Digital no Brasil.

    Fonte: Na Telinha Com informações do Meio & Mensagem
     



  • Esporte Interativo seguirá nas Parabólicas e poderá abrir mão de sinal UHF


    27.01.2015 23h16m
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    Esporte Interativo seguirá nas Parabólicas e poderá abrir mão de sinal UHF
    Foto: Reprodução

    A venda total do Esporte Interativo para o grupo americano Turner Broadcasting System, noticiada em primeira-mão pelo NaTelinha na última sexta-feira (23), deixou algumas dúvidas no ar para os fãs do canal que pertencia ao Top Sports.

    Especulou-se sobre a lei da Anatel que não permite que empresas de fora do país sejam donas de canais abertos no Brasil, podendo obter apenas um capital de 30%, o que a Turner já detinha.

    Segundo novas informações obtidas pelo NaTelinha, o Esporte Interativo continuará nas Parabólicas sob total controle da Turner, já que a lei só vale para canais de sinal aberto e não para os que funcionam nas antenas de todo o Brasil.

    O fato de ter sinal na Parabólica atraiu ainda mais a Turner para o negócio. O grupo já tem um canal aberto nas Antenas Parabólicas do Chile, por exemplo. Porém, o Esporte Interativo pode abrir mão de seu sinal UHF em São Paulo, mais exatamente no canal 36. O sinal é alugado junto ao grupo Estado.

    Ainda é estudada uma opção, mas caso não tenha jeito, o E+I terá que abrir mão, para andar na lei junto à Anatel. O contrato de compra, que seria assinado nesta segunda (26), será feito ainda esta semana, sendo prontamente divulgado quando ocorrer.

    Com a compra total da Turner pelo Esporter Interativo, a programadora espera, enfim, colocar a emissora na Net e na Sky, as duas principais operadoras de TV por assinatura do país. Nova detentora dos direitos da Champions League, a ideia é bater de frente com Fox Sports, ESPN Brasil e SporTV, sendo mais agressiva do que nunca.

    Fonte: Na Telinha
     



  • Feliz FM vai substituir a Rádio Globo em 89.5 FM no Rio de Janeiro

    Rede paulista fechou acordo com o grupo que comanda a estação carioca
    27.01.2015 23h04m
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    Feliz FM vai substituir a Rádio Globo em 89.5 FM no Rio de Janeiro
    Foto: Reprodução

    Definido o futuro da 89.5 FM do Rio de Janeiro. A partir de 18 de fevereiro a sintonia vai abrigar a futura Feliz FM 89.5, emissora que vai substituir a Rádio Globo na frequência carioca. Conforme noticiado anteriormente o Sistema Globo de Rádio deslocou a Rádio Globo para a 98.1 FM do Rio de Janeiro, porém manteve a transmissão da marca em 89.5 FM para promover a transição ao novo canal. Após o encerramento dessa etapa a 89.5 FM deverá abrigar a Feliz FM, marca originada pela Feliz FM 92.5 de São Paulo e que possuí uma rede nacional com foco em capitais brasileiras. A programação da Feliz FM é voltada ao segmento gospel e comandada por Juanribe Pagliarin.

    A ida da Feliz FM para o dial carioca é inédita e pode acirrar a disputa entre as emissoras do segmento gospel, universo de ouvintes que está bem dividido entre as rádios Melodia FM 97.5 (atual líder geral de audiência segundo dados do Instituto Ibope) e a 93 FM 93.3 (também entre as lideres do FM da Grande Rio). A 89.5 FM está entre as estações de maior alcance no FM da Grande Rio de Janeiro, rádio que possuí seu sistema irradiante instalado no Morro do Sumaré. O pastor Juanribe Pagliarin (responsável pela Feliz FM) já é conhecido na capital fluminense por possuir programas/ilustrações religiosas veiculadas pela Melodia FM 97.5, situação que poderá persistir mesmo com a estréia da Feliz FM.

    No dia 18 de novembro a Rádio Globo passou a operar em 98.1 FM no Rio de Janeiro, após ser acompanhada pela audiência de rádio FM em 89.5 FM desde maio de 2010. O motivo da mudança foi o deslocamento de uma das principais marcas do Sistema Globo de Rádio para um canal próprio do grupo, já que a 89.5 FM é uma sintonia de responsabilidade das Organizações Sol Panamby de São Paulo (responsável pela Nova Brasil FM 89.7 da capital paulista e rede). A alteração promoveu a saída da Beat98 FM 98.1 do dial carioca (projeto que passou a ser chamado de RÁDIOBEAT e está disponível via internet) e deve encerrar a trajetória da Rádio Globo em 89.5 FM a partir de fevereiro, com a ida da Feliz FM. A Rádio Globo também opera em 1220 AM, sua sintonia original no Rio.

    Além do Rio e de São Paulo, a Feliz FM também conta com emissoras em Salvador (92.3 FM), Curitiba (92.9 FM), Recife (105.7 FM), Brasília (101.3 FM), Fortaleza (90.7 FM), Maceió (99.1 FM), Natal (97.9 FM), João Pessoa (107.7 FM), Teresina (95.7 FM) e Rio Branco (94.7 FM).

    A tendência é de que a Feliz FM invista em ações e campanhas para promover a sua operação no Rio de Janeiro através da 89.5 FM, planejamento que ocorre em São Paulo para a popularização da Feliz FM em 92.5 FM.

    Fonte: Tudo Radio
     



  • Sexy Hot lidera entre canais que mais venderam filmes eróticos em 2014


    27.01.2015 22h59m
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    Sexy Hot lidera entre canais que mais venderam filmes eróticos em 2014
    Foto: Reprodução

    Eles estão escondidos nos pacotes da TV por assinatura, mas ainda assim fazem sucesso entre uma parcela de público que aprecia conteúdo adulto e, muitas vezes, por essa razão tem canais pagos em casa.

    Em 2014, as emissoras voltadas ao segmento comercializaram um total de 5,3 milhões de longas avulsos, relacionados ao serviço de pay-per-view (3,5 milhões de vendas) e também o sob demanda (1,8 milhão) — no primeiro o usuário compra um filme que está em exibição na TV e no outro o telespectador o assiste quando quiser.

    Segundo o jornal “O Estado de S. Paulo”, na liderança entre os que mais comercializaram filmes está o Sexy Hot, com 35%, seguido por For Man, Private, Sextreme, Venus e PlayboyTV, que dividem o restante do montante.

    Fonte: RD1



  • Mesmo longe do rádio Francisco José não é esquecido pelo público

    “E todo mundo sabe quem é ele”. Esse é um trecho da música da cantora Miss Lene, que durante muito e muito tempo era repetido todos os dias, pela manhã ou tarde, em várias rádios baianas, que marcava a abertura característica do programa de Francisco José. Ele é um dos comunicadores consagrados da radiofonia que marcou época em Feira de Santana e outras cidades da Bahia. Com quase 40 anos de carreira, Chico José atualmente está longe dos microfones de rádio, mas pode voltar a qualquer momento. Este e outros detalhes, o locutor contou em entrevista a Patrícia Salles e Reginaldo Junior, esta semana no programa “G de Mulher” da Rádio Geral, e que hoje é publicada no FOLHA DI ESTADO. Confira.
    04.01.2015 23h46m
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    Mesmo longe do rádio Francisco José não é esquecido pelo público
    Foto: Reginaldo Júnior

    FOLHA DO ESTADO – Ser radialista foi uma opção, ou a profissão aconteceu na sua vida por acaso?

    FRANCISCO JOSÉ – Minha mãe dizia que quando eu era pequeno tinha a mania de pegar um cabo de vassoura e ficar entrevistando meus irmãos. Acho que este foi o primeiro passo para que eu enveredasse pelo caminho da comunicação. As coisas aconteceram muito precocemente comigo e quando eu falo que estou chegando aos 40 anos de rádio, as pessoas pensam até que sou bem mais velho, em termos de idade, mas a verdade é que eu comecei a trabalhar muito cedo, ainda criança.

    FE- Muitas pessoas acham a sua voz marcante. De onde ela veio? Pode revelar?

    FJ – Tudo isso faz parte de um processo. Tudo começou com o meu saudoso pai, que em Alagoinhas tinha um serviço de alto-falantes, onde se anunciava todo o tipo de coisa: mortes, documentos perdidos, serviço de utilidade pública, sabe? Então o estúdio ficava no centro da cidade e meu pai ainda tinha 150 projetores de som (os antigos alto-falantes) espalhados pelos bairros. Era a rádio da cidade e eu, ainda menino, já lia textos, fazia gravações e mesmo com a voz ainda fina, eu fazia este trabalho. Depois o tempo foi passando, fui amadurecendo até a voz chegar a este ponto.

    FE – E o rádio profissional? Como surgiu na sua vida?

    FJ – No final da década de 70, eu tinha uns 12, 13 anos, quando surgiu a Rádio Emissora de Alagoinhas. Coincidentemente, o filho do dono era meu amigo e nós, todas as noites íamos para o estúdio aprender a operar, a mexer nos equipamentos. Isso acontecia às 22 horas, depois que a rádio encerrava a programação e ficávamos lá até meia noite, muitas vezes até 1 hora da manhã aprendendo. Com 13 anos, o dono da rádio me contratou e então eu tive meu primeiro emprego de carteira assinada.

    FE- Depois o tempo passou e o senhor foi para a capital trabalhar na Rádio Sociedade da Bahia. Como foi esta passagem?

    FJ – Foi marcante porque tínhamos uma equipe de profissionais espetacular, muito criativa. Aliás, tenho orgulho em dizer que junto com companheiros como Osvaldo Maia, Silva Rocha, Jota Lacerda e o saudoso Fernando José criamos o Balanço Geral, apresentado pelo Fernando que chegou a ser prefeito de Salvador, que continua até hoje sendo um dos programas de maior audiência da Bahia e do Brasil. Lá, eu comecei a fazer um programa de variedades e a audiência era tanta que fui contratado pela Rádio Bahia na época por um bom salário.

    FE – E em Feira de Santana? Quando o senhor chegou e qual a sua trajetória?

    FJ – Isso aconteceu em 1986 e de lá para cá trabalhei em todas as emissoras AM da cidade, sendo que em algumas, por mais de uma vez. Sempre fazendo um programa de variedades com muitos quadros, que agradava em cheio a todas as classes sociais.Através do programa dava conselhos as pessoas que tinham problemas amorosos, ajudava a formar casais com o quadro “A procura de um amor”, ajudava a encontra pessoas desaparecidas. Era uma programação rica que agrava a todos sem distinção.

    FE – Como era interação com o público?

    FJ – Era excelente porque naquele tempo, os computadores e redes sociais nem sonhavam em existir e a distração das pessoas era o rádio. Sempre muitas pessoas participavam do programa por meio de cartas, ou mesmo por telefone. Como era bom saber que o programa tinha audiência em todos os cantos da cidade e em outros municípios também. A prova disso era a grande quantidade de cartas que recebíamos por dia. Alí a gente via a audiência da rádio.

    FE – A grande audiência era então maior salário para os profissionais?

    FJ – Eu diria que era um grande desafio e como sempre fui um homem que gostou de encarar desafio, procurava sempre fazer o melhor. Vou citar apenas um exemplo: ainda nos anos 90, eu trabalhava na Rádio Cultura, quando o Roberto Pazzi me telefonou convidando para trabalhar na Rádio Carioca, hoje, Rádio Povo. Ele disse “quero você aqui porque preciso levantar a audiência da rádio”. Eu disse que se em três meses, a audiência da emissora não subisse, ele poderia me mandar embira sem pagar nada. Com um mês a situação mudou e a rádio passou a ter grande audiência. Daí eu trabalhei outras duas vezes na emissora, sempre com o mesmo sucesso.

    FE –Por que então o senhor deixou o rádio?

    FJ – Com a mudança do regime de administração das emissoras de rádio, passando a ter programação terceirizada, eu me senti como um “peixe fora d’água” porque eu vim de uma escola de rádio onde o profissional do microfone não tinha que vender comercial, Éramos proibidos de fazer isso porque as emissoras tinham seus departamentos comerciais, ou seja, era nossa obrigação, por exemplo, encaminhar empresários amigos que gostavam do programa e queriam patrocinar para o setor competente. Na Sociedade da Bahia, por exemplo, quando acontecia este tipo de situação, a gente encaminhava para o Djalma Costa Lino e Fernando Rocha, que eram responsáveis pela parte comercial da emissora. Hoje, o locutor tem que visitar lojas para vender anúncios, o que sinceramente eu não faço. Eu cheguei a ter comerciais no meu programa por questão mesmo de amizades com os empresários, mas daí a eu sair de loja em loja vendendo anúncios, isso, eu repito, não faço porque não sou vendedor, sou radialista.

    FE – O senhor então acredita que a terceirização fez cair a qualidade da programação das rádios?

    FJ – Sim porque hoje, o profissional vale pelo que vende e não pela sua qualidade técnica. Ele pode ser um mal locutor, mas sendo bom vendedor é o que importa. Veja que Feira ao longo do tempo sempre revelou grandes profissionais, como por exemplo o Jota Lacerda, que hoje atua no rádio cearense; o Ed Carlos; Edmundo de Carvalho e o Othon Carlos, que para mim é um exemplo de superação porque mesmo sendo deficiente visual, ele continua com a qualidade de anos atrás quando enxergava. Hoje eu olho e não vejo mais situações como esta, justamente pela falta de um trabalho de melhor qualidade.

    FE – Durante este tempo houveram momentos marcantes?

    FJ-- Ah, tiveram muitos sim. Me lembro de um agora quando um dia eu estava na Rádio Povo fazendo o programa, quando recebi a visita de um caminhoneiro vindo do Estado de Goiás. Ele me trazia uma carta de uma senhora que estava a procura de um filho que estaria residindo aqui. Li a carta e uns 20 minutos depois, o rapaz ligou para a rádio. Ele morava na Cidade Nova e no outro dia veio a emissora no horário do programa. Então liguei para a senhora e iniciamos uma conversa e no decorrer disse a ela que alguém queria lhe falar. Quando ela ouviu a voz do filho, se desmanchou em lágrimas e todos se emocionaram muito. Essa situação inclusive, na época, virou matéria na TV Subaé.

    FE – Também, muitos casais se conheceram através do quadro “A procura de um amor”

    FJ – Sim, muitos casais se conheceram e casaram. Outro dia mesmo, eu entrei em uma padaria, na Pampalona, um rapaz reconheceu a minha voz e me disse que a há muitos anos tinha conhecido a sua esposa através do programa e isso me deixou muito feliz porque também contribuí para a formação de famílias.

    FE – O senhor hoje está completamente afastado da comunicação?

    FJ – Não, eu hoje sou um prestador de serviços para a Secretaria de Comunicação da prefeitura de Feira. Faço gravações, apresento eventos e ainda sou pastor evangélico. Hoje trabalho numa igreja na Pampalona, onde temos cultos pelo menos, três vez por semana. Ainda gravo comerciais em geral e isso tudo toma meu tempo, o que me deixa afastado momentaneamente do rádio.

    FE – Se recebesse um convite para voltar ao rádio hoje, retornaria?

    FJ – Já recebi convites, mas por hora não quero assumir maiores compromissos. È uma situação que posso analisar futuramente. Por hora fico apenas na saudade dos ouvintes e de vez em quando sou entrevistado, vou a emissoras de rádio porque não quero perder completamente o contato com o rádio. Hoje, por exemplo, continuo gravando comerciais, chamadas para carros de som e quando não tenho absolutamente nada para fazer vou gravar as chamadas para os cultos da igreja. Isso tudo significa que ainda continuo altamente ativo na comunicação.

    FE – Se voltasse, faria um programa como o de anos atrás?

    FJ – Basicamente sim. Agora teria que acompanhar a evolução, mesmo porque hoje o ouvinte quer notícias, informações sempre utilizando as redes sociais. Então colocaria mais notícias, intercalando com quadros já de sucesso consagrado no programa.

    FE- O senhor também é pastor evangélico. Como está sendo esta nova fase na sua vida?

    FJ – Durante muito tempo em minha vida, vi que muitas coisas não davam certo e sempre me questionava sobre o porquê disso. Era muito afastado, mas Deus tinha este plano reservado para a minha vida e quando entendi isso partir para fazer a obra dele. Estou com uma igreja na rua principal da Pampalona há oito meses e o trabalho tem sido altamente positivo: já batizamos 10 pessoas e os nossos cultos andam sempre cheios, o que é excelente para a honra e glória de Deus.

    FE – Como é o contato com o público? O senhor ainda é reconhecido?

    FJ – Com certeza. Até mesmo na igreja, quando as pessoas sabem que quem está pregando é o Francisco José, elas vêm e conversam sempre comigo e falam “mas é você mesmo?” “por que não volta para o rádio?”. Isso me deixa muito feliz porque sei de alguma forma ainda continuo fazendo parte da vida destas e de outras milhares de pessoas que eu nem tenho contato, mas sei que me ouviam em qualquer prefixo.

    FE – Algum projeto em especial para 2015?

    FJ- Junto com outros dois colegas, estamos montando uma exposição sobre a história do rádio. Estamos buscando material antigo, como gravadores de rolo, cartucheiras, microfones e outros apetrechos para mostrar as pessoas como era o rádio antigo. É um projeto que pretendemos lançar aqui em Feira e posteriormente levar para outras cidades.

    Por: Cristiano Alves - Editor-chefe - Jornal Folha do Estado
     



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